O comprador B2B mudou. Descubra por que a estratégia comercial das indústrias do aftermarket automotivo também precisa evoluir para continuar crescendo.

Por que muitas indústrias do aftermarket ainda vendem como se estivéssemos em 2010?
Durante muito tempo, vender no aftermarket automotivo seguia uma lógica conhecida: representantes comerciais, feiras do setor e indicações concentravam boa parte das oportunidades de negócio.
Essa estratégia funcionou por muitos anos. E continua sendo importante.
O que mudou foi o comportamento do comprador.
Hoje, antes mesmo de conversar com um representante comercial, muitos decisores pesquisam fornecedores, comparam alternativas, consultam avaliações e buscam informações técnicas sobre as empresas.
Segundo um estudo do Think with Google, 94% dos compradores B2B brasileiros já chegam informados antes do primeiro contato com um fornecedor, e 56% utilizam mecanismos de busca semanalmente durante a jornada de compra. Esses dados mostram que a pesquisa passou a fazer parte do processo de decisão.
O relacionamento continua importante. A jornada mudou.
Esse novo comportamento não reduz a importância dos representantes comerciais.
Pelo contrário.
Ele muda o momento em que eles geram mais valor.
De acordo com a McKinsey, compradores B2B utilizam canais digitais para pesquisar e comparar soluções antes de iniciar uma conversa comercial, recorrendo ao contato humano principalmente para validar informações, esclarecer dúvidas e reduzir riscos da decisão.
Na prática, isso significa que a venda começa antes da reunião.
Quando um comprador chega até um representante, parte da decisão já foi influenciada pelas informações encontradas durante sua pesquisa.
A concorrência ficou mais próxima
Em 2010, muitas negociações eram conduzidas principalmente pelo relacionamento.
Hoje, a concorrência está disponível a poucos cliques de distância.
Sites, redes sociais, marketplaces, mecanismos de busca e conteúdos técnicos passaram a fazer parte da jornada de compra.
Compradores B2B combinam diferentes canais ao longo da jornada e continuam recorrendo aos vendedores para validar informações e aumentar a confiança antes da decisão final.
Isso significa que empresas que investem apenas em relacionamento podem deixar de participar de etapas importantes da decisão.
O desafio deixou de ser vender bem. Passou a estar presente antes da venda.
Representantes continuam fundamentais.
Feiras continuam estratégicas.
Distribuidores continuam sendo peças importantes da cadeia.
O desafio é acreditar que apenas esses canais são suficientes para sustentar o crescimento da empresa em um mercado onde o comprador inicia sua jornada muito antes do primeiro contato comercial.
Hoje, presença digital, conteúdo técnico, posicionamento de marca e inteligência comercial passaram a complementar a operação de vendas.
Não substituem o relacionamento.
Fortalecem o relacionamento.
A visão da Impulsione Aceleradora
Na Impulsione Aceleradora, acreditamos que crescer no aftermarket automotivo não significa abandonar os canais que sempre funcionaram.
Significa fortalecer esses canais com uma estratégia que acompanhe a evolução do comportamento do comprador.
Empresas que conseguem crescer acima do mercado entendem que vender continua sendo uma atividade humana.
Mas a decisão de compra começa cada vez mais cedo.
E quem participa dessa jornada desde o início constrói uma vantagem competitiva difícil no mercado.
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